quinta-feira, 13 de março de 2014

CACIQUES COBRAM AUDIÊNCIA COM O MINISTRO DA JUSTIÇA

Foto: Agência Brasil.
Foto: Agência Brasil.

Ontem (terça-feira 11), em Brasília, quarenta caciques de diversas etnias nativas protestaram em frente ao Ministério da Justiça. Eles cobram audiência com o ministro José Eduardo Cardozo, para discutir sobre os conflitos entre empresas, produtores rurais e tupinambás, no sul da Bahia. 

De acordo com o cacique Aruã Pataxó, a audiência foi solicitada há 30 dias e o propósito dos indígenas é acelerar os processos fundiários da região, para evitar outras mortes decorrentes dos conflitos. “Precisamos que o governo tome uma solução antes que mais sangue derrame lá por causa da situação crítica”, disse.

O cacique afirmou que os indígenas continuarão em frente ao ministério até que o ministro os receba.

DENÚNCIA SUGERE RELAÇÃO ÍNTIMA ENTRE JORNALISTA DA RECORD E EX-PRESIDENTE DO BAHIA

Jéssica Senra e Marcelo Guimarães Filho.
Jéssica Senra e Marcelo Guimarães Filho.

O nome da apresentadora Jéssica Senra, da TV Itapoan, filiada da Rede Record, aparece na relação de pessoas que, segundo o Esporte Clube Bahia, foram beneficiadas com recursos da agremiação tricolor. 

Conforme a diretoria atual, durante a administração do ex-presidente Marcelo Guimarães Filho, o clube pagou 19 passagens aéreas para Jéssica, que somaram R$ 9.173,33. Além disso, documentos sugerem que a jornalista e o ex-dirigente ficaram hospedados juntos, nos mesmos apartamentos de hotéis de luxo no Rio de Janeiro e em Recife. O Bahia alega que esses gastos também foram pagos pelo clube.

Ontem (terça-feira 11), Jéssica negou que tenha recebido benefícios pagos com dinheiro do Bahia e preferiu não comentar a dimensão pessoal da notícia que envolve seu nome. A jornalista deu a entender que vai processar o clube para defender sua credibilidade.

Com informações do Correio

OAB CRITICA POSTURA DE JOAQUIM BARBOSA

Joaquim Barbosa.
Joaquim Barbosa.

Na terça-feira 11, por 10 votos a 5, o plenário do Conselho Nacional de Justiça decidiu manter a isenção de custos para a Ordem dos Advogados do Brasil sobre o uso de salas públicas. O chefe do CNJ, ministro Joaquim Barbosa, votou contra a OAB e, derrotado, resolveu falar mal da instituição. 

A OAB emitiu nota para criticar a postura do ministro. Leia abaixo.

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IMAGEM REVELA ONDE JABES CURTIU O CARNAVAL

Jarbas-e-Jabes
Imagem publicada pelo blog Itacaré Notícas revela que o prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro curtiu, em pelo menos um dia,  o carnaval 2014 da cidade de Itacaré.
Ao lado de Jarbas Barbosa, prefeito da cidade vizinha, Jabes aparece “agregando valor” ao camarote instalado para os foliões vips curtirem o show do cantor Edson Gomes.

MEGA-SENA ACUMULA E PODE PAGAR R$ 7 MILHÕES NO SÁBADO



Ninguém acertou os números do concurso 1.581 da Mega-Sena, realizado ontem (quarta-feira, 12) em Osasco (SP), e o prêmio acumulou.
As dezenas sorteadas foram: 14 – 15 – 25 – 30 – 31 – 34. Segundo a Caixa, o prêmio de sábado (15) –próximo sorteio– pode chegar a R$ 7 milhões.
A aposta mínima na Mega-Sena é de R$ 2 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) do sábado, em qualquer lotérica do país.

Exército pode deixar a região até sexta

Caminhão do Exército circulando pelas ruas de Ilhéus.
Caminhão do Exército circulando pelas ruas de Ilhéus.
O comando da 6ª Região Militar confirmou que o Exército pode retirar, até sexta-feira, 14, toda a tropa da região do conflito com supostos tupinambás, no sul da Bahia.
Desde a tarde de segunda-feira, os mais de 600 homens fazem apenas exercícios de rotina em Ilhéus, Una e Buerarema. As bases de pacificação foram desmontadas e o Exército suspendeu as abordagens na área rural.
As tropas se concentram apenas nas áreas urbanas dos três municípios, em atividades de rotina. O governador Jaques Wagner solicitou aos ministérios da Justiça e da Defesa a permanência das tropas das Forças Armadas no sul da Bahia.
Para isso, precisa ser prorrogado o Estado de Garantia da Lei e da Ordem. A expectativa é de que o despacho presidencial saia até esta quinta-feira. Desde 13 de fevereiro o Exército e as Forças Armadas estão no sul da Bahia.
Chegaram logo após a morte do agricultor Juraci Santana, em Una. Ele foi assassinado a tiros, na madrugada de 11 de fevereiro. O caso é investigado pela polícia civil mas ninguém foi preso, apesar dos suspeitos serem identificados. ( A Região )

quarta-feira, 12 de março de 2014

GERALDO SIMÕES COBRA APURAÇÃO DA MORTE DE JURACI SANTANA E FIM DA IMPUNIDADE

Geraldo SimõesO deputado federal Geraldo Simões fez pronunciamento hoje (11) lembrando o primeiro mês do assassinato do líder do Assentamento Ipiranga, Juraci Santana dos Santos e cobrando o fim da impunidade para os autores do crime. “Falo com muita indignação. Faz um mês que na noite de 10 de fevereiro, um grupo armado, de supostos indígenas, invadiram a casa de Juraci, no assentamento e o mataram barbaramente, na frente da esposa e filha”, disse ele.
“Faz um mês e não há culpados, ninguém foi detido para averiguações, ninguém foi indiciado. Na região todos sabem quem são os culpados, só a polícia e a justiça não se manifestam e nem tomam providências”, ressaltou Simõe
s.
O deputado lembrou que “na região paira um clima de insegurança e sentimento de impunidade. É uma perigosa situação em que as pessoas sentem que só podem resolver as coisas por suas próprias mãos e utilizando a violência. Tudo anuncia tragédias. Tragédias que ainda não sensibilizam suficientemente nossas autoridades”.
 Juraci Santana defendia o assentamento e recusava declarar-se indígena para apossar-se de mais terras. Para o deputado, esse foi o motivo de seu assassinato. O líder camponês  esteve em Brasília em outubro de 2013. Esteve no Ministério da Justiça solicitando providências em relação ao conflito na região e pedindo proteção. “Venho a esta tribuna reiterar o que tenho feito já inúmeras vezes, cobrar uma solução definitiva ao conflito de terra existente em nossa região”, afirmou.
Geraldo Simões, defende a revogação do processo de demarcação de terras da FUNAI, a reintegração das propriedades invadidas, a identificação e punição dos criminosos, a identificação dos verdadeiros indígenas e abertura de processo de negociação para garantir seus direitos e preservar os direitos dos agricultores.
“Não podemos seguir continuamente em clima de insegurança e violência. O Estado brasileiro deve garantir a solução dos conflitos, de maneira pacífica e que atenda aos direitos de todos, respeitando as leis e à Constituição. Novas mortes devem ser evitadas  e criminosos não podem ficar impunes”, finalizou Geraldo Simões.
 
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